De R$ 10 mil em janeiro para o patamar de R$ 100 mil em maio e junho — um salto de 10x em seis meses. A linha pontilhada é a média do período (R$ 46,2 mil); os dois últimos meses já operam bem acima dela.
O ticket subiu junto com o volume — junho fechou menos clientes, mas de valor muito maior. Sinal de que a base está atraindo perfil mais qualificado (empresários e médicos).
Custos fixos somam R$ 32,9 mil/mês — e o pró-labore atual (R$ 15 mil) é quase metade disso. Os variáveis (R$ 8 mil) sobem com as vendas, puxados pelo imposto de 6%.
A mesma estrutura de custos gera resultados muito diferentes conforme o faturamento. Na média histórica sobra pouco; no ritmo atual, sobra muito.
Cenário conservador — faturamento médio (R$ 46,2 mil)
Cenário ritmo atual — faturamento R$ 100 mil
Trocar os R$ 15 mil de pró-labore por R$ 50 mil de retirada total leva os custos fixos para R$ 67,9 mil/mês. Isso só fecha no ritmo de ~R$ 100 mil — na média histórica, daria prejuízo.
O faturamento precisa se firmar em ~R$ 74,5 mil/mês (ponto de equilíbrio do cenário-meta). No ritmo atual de R$ 100 mil, sobra ainda ~R$ 24 mil/mês para reserva e novas contratações.
Se o faturamento voltar para a média de R$ 46 mil com a retirada de 50k ativa, o caixa fica negativo em ~R$ 30 mil/mês. A retirada de 50k depende de sustentar o crescimento, não de repeti-lo uma vez.
| Pilar | Situação | O que observar |
|---|---|---|
| Aquisição | forte | 126 leads/mês e conversão de 32%. Demanda não é o gargalo. |
| Capacidade | gargalo | Leads parados e poucos atendidos (37 ativos). Falta gente para converter e operar. |
| Estrutura | atenção | Fixo alto puxado pelo pró-labore. A retirada de 50k exige faturamento firme em ~75k+. |
| Crescimento | acelerando | 10x em 6 meses e ticket subindo. Sustentar o patamar de 100k é a prioridade nº 1. |